O desenho acima apresenta os tamanhos relativos dos planetas, quando observados por meio de telescópios; os valores estão expressos em segundos de arco ("). Cada planeta é mostrado nas duas posições extremas: maior ou menor aproximação. Os planetas internos, Mercúrio e Vênus, nos pontos de maior aproximação (conjunção inferior) se apresentam na "fase nova" e nos pontos de maior afastamento (conjunção superior) se apresentam na "fase cheia". Em ambas posições a visibilidade é extremamente difícil por estarem esses planetas muito próximos angularmente do Sol. Em outras posições que não as conjunções eles se apresentam em fases: crescente ou minguante.
Para os demais planetas chamados de exteriores: Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão os pontos de maior apromimação é alcançado quando eles estão em oposição (ao Sol), ou seja vistos da Terra a posição deste planeta faz um ângulo de 180 graus com o Sol; surgem no horizonte quando o Sol está se pondo, ficando visíveis durante toda noite. Quando estes planetas estão angularmente o mais próximos do Sol chamamos, como nos planetas inferiores, de conjunção. As distâncias dos planetas a Terra não é sempre a mesma, isso ocorre porque suas órbitas são elípses. O planeta Marte por exemplo: o seu tamanho angular varia muito de uma oposição para outra. Nas oposições favoráveis seu tamanho angular é de pouco mais de 25 segundos de arco, nessas ocasões se torna muito brilhante. Já nas oposições desfavoráveis não chama atenção e não vemos tantos detalhes da superfície.
Note, no desenho, o arco branco que representa o limbo da Lua na mesma escala.